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A importância da Inteligência Emocional para a área profissional

Atualmente é bastante comum ouvirmos falar sobre inteligência emocional mas, você sabe o que é isso e para que serve?

A inteligência emocional é a competência de lidar bem com suas próprias emoções e também dos outros. Isso quer dizer: ter consciência das suas emoções e das outras pessoas (perceber e reconhecer quando elas aparecem), saber fazer sua autogestão e gestão alheia, ter empatia (conseguir se colocar no lugar do outro e perceber como ele se sente) e ter habilidade social (lidar adequadamente com diferentes pessoas em diferentes contextos). É portanto, uma competência complexa, que envolve a inteligência intrapessoal (você com você mesmo) e interpessoal (você com os outros).

A Inteligência Emocional na área profissional

Em seu trabalho você precisa tomar decisões? Negocia sobre prazos, contratos ou ideias com seus pares, chefe ou clientes? Participa de reuniões onde é esperado que você coloque seus pontos de vista e contribuições? Tem um chefe e/ou uma equipe? Tem prazos e metas para cumprir e, portanto pressão? Nem sempre sente que o reconhecimento que tem é proporcional ao seu esforço? Sente-se desmotivado ou inseguro com suas funções? Sabe o que há em comum entre todas essas situações? A necessidade da inteligência emocional! Toda vez que precisamos lidar com nossas emoções para fazer algo ou com uma outra pessoa, a inteligência emocional se faz presente; o que quer dizer que ela faz parte de inúmeras situações em nosso dia a dia e, quanto menos a dominamos, mais “apanhamos”.  E esse cenário fica ainda mais evidente, quanto mais se sobe de cargo ou se alcança posições de liderança. Pesquisas mostram por exemplo, que em média, para todo e qualquer tipo de trabalho, se utiliza 33% de inteligência (QI) e de habilidades técnicas contra 66% de inteligência emocional (QE). Para posições de liderança esse número passa para 15% de QI e habilidades técnicas contra 85% de inteligência emocional (QE). E é justamente por isso que inúmeros executivos são despedidos quando chegam a determinados cargos. Não é por falta de inteligência ou conhecimento técnico, o qual justamente eles têm em grande quantidade e, justamente por conta disso são promovidos; mas, conforme vão galgando os degraus da ascensão profissional, os déficts quanto a competência da inteligência emocional começam a ficar mais evidentes, até o momento em que tomam uma decisão ruim ou tem uma atitude que os denuncia.

E a IE não se mostra necessário somente se você trabalha em uma empresa. Se seu desejo é de empreender, aí então ela se faz indispensável desde o início. É preciso aprender a ser multitarefa, lidar com pressões de pouco budget e muito trabalho para poucas mãos, ter que solucionar problemas que aparecem o tempo todo e que atravancam o seu negócio, fazer networking, negociar preços, lidar com clientes agressivos, etc…

Diante disso, em vez de discutir a importância da IE para o sucesso profissional das pessoas e das corporações, já que é algo tão óbvio, surge a pergunta do porquê de muitos ainda não darem a devida atenção a essa questão.

Caso você tenha percebido que essa competência é o grande divisor de águas para te levar ao seu crescimento e êxito profissionais saiba que a IE pode ser desenvolvida e aprimorada. Portanto o caminho para ser bem sucedido, não só profissionalmente mas, na vida como um todo, é buscar meios para fortalecer e melhorar esse aspecto em você.

Como desenvolver a Inteligência Emocional

Por se tratar de uma competência, podemos destrinchá-la em três partes que compõem o famoso “CHA”, tão citada no administração:

  • Conhecimento: quanto você sabe sobre IE. Além de estudar e ler sobre o tema, o quanto você se autoconhece, o quanto conhece as outras pessoas e o quanto tem consciência de si e dos outros.
  • Habilidade: é o saber fazer. É o quanto você pratica e domina lidar com suas emoções e dos outros, para evitar situações disfuncionais e prejudiciais, em prol de torná-las construtivas e benéficas.
  • Atitude: é o querer fazer, o entrar em ação, e assim promover as mudanças. Sem atitude não há possibilidade de novos resultados.

 

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